Bom, chegamos a pagina 365, a ultima
desse livro chamado “2013”! Nesse momento paramos e refletimos sobre o quão foi
agradável essa leitura, ou não. Tradicionalmente é o momento de também criarmos
expectativas e planos para os próximos volumes.
Então,
nos vestimos de branco, pulamos ondas, comemos lentilha (troço ruim) desejamos
com a força de mil sóis que tenhamos um próximo ano muito melhor! E realmente é
o que espero para mim e para todos os que gosto! Melhor não falar sobre o que
espero para aqueles que não gosto... Enfim!
Agora, vamos pensar na hipótese: E se
tudo der errado? Se todas as expectativas se transformarem em frustrações? Se
nenhuma mandinga funcionar? Se Iemanjá devolver a oferenda? E o próximo ano
seja todo o oposto o que imaginamos. O que fazer?
Opções:
1- Reclamar-se
no Facebook (Essa parece ser a solução para todos os males)
2- Distribuir
mau humor gratuito em forma de bom dia (Eu implicando com as manhãs de novo)
3- Arrumar
um ódio platônico por alguma coisa ou pessoa.
4- Iniciar
um Ménage à trois com o Rivotril, Fluoxetina ou derivados.
5- Fugir
para as montanhas para Comer, Rezar e Amar.
6- Rir da
própria desgraça,
Dou um tempo para pensarem, porém, depois
de já ter experimentado todas, escolhi uma alternativa, que, aliás, venho
aplicando no ano que se encerra. Escolho a ultima opção!
Rir da própria desgraça é, de certo
modo, reconhecer suas próprias fraquezas, é seguir em frente. É tão libertador
quando a vida te dá um esculacho e você em vez de se frustrar, tira sarro da
cara dela! É difícil, eu sei, mas com o tempo, percebemos que a vida fica bem
mais fácil quando temos essa capacidade de rir dos próprios problemas, e até
compartilhar com os outros!
*Eu trocaria
o "Desesperador" por "Libertador"
Nesse ano, passei por bastantes momentos
de adversidade, talvez não maiores do que os de Vocês, mas aplicar isso tem me
ajudado a ver as dificuldades de outra forma,
sem contar que pode até virar uma boa história em uma roda de amigos, como na
minha experiência recente no leito de um Pronto Socorro! O importante é você
fazer a escolha: pode ser trágico ou cômico. Eu escolhi a segunda opção, e
ainda hoje eu e uma amiga rimos muito da situação!
É
claro que eu não vou rir nem fazer piada com algo trágico de verdade, como a
perda de um ente querido, temos que entender a diferença e seriedade das
situações, em alguns casos não temos escolha, temos que deixar o coração
transbordar o sentimento que ele quiser, seja ele qual for. Mas sempre que possível
façam a escolha, Você quer viver num Dramalhão ou numa Tragicomédia?
Edivan
Alves
31/12/2013